Na manhã de hoje, a ACIF recebeu José Orrico, fundador e Diretor Técnico do instituto de pesquisa Futura Inteligência, para divulgar os resultados da mais recente pesquisa para as Eleições 2026 realizada em Santa Catarina para Presidente, Governador e Senadores.
A pesquisa foi realizada entre os dias 01 e 03 de junho com eleitores de 148 cidades de Santa Catarina acima dos 16 anos. Foram feitas 800 entrevistas por telefone com margem de erro de 3,5% e confiança de 95%.
Foram feitas amostras por gênero, faixa etária, renda familiar, região, escolaridade e religião. 52% das entrevistadas são mulheres, com média de idade de 45 anos, renda média de R$7.000,00, predominância do Vale do Itajaí, 42% realizaram até o Ensino Médio e 60% é católica.
O primeiro item apresentado foi o nível de satisfação dos eleitores com relação aos cargos de presidente e governador. Lula recebeu 24% como ótimo governo contra 63% de desaprovação. Já Jorginho Mello foi avaliado com 67% como ótimo governo e teve 77% de aprovação.
O índice de rejeição dos pré-candidatos a presidente é proporcional à intenção de votos. Lula teve 66% de rejeição contra 31% de Flávio Bolsonaro, enquanto que Flávio teve 52% de intenção de votos e Lula 23%.
No cenário do Governo do Estado, quando perguntados sobre candidato para governador, 52% dos eleitores se lembraram de Jorginho Mello, seguido de João Rodrigues com 22%. Já Gelson Merísio teve o maior índice de rejeição, com 24%.
Para senador, Espiridião Amin aparece em primeiro lugar no levantamento geral com 48%, seguido de Carlos Bolsonaro, com 37%. Nas pesquisas de primeiro e segundo voto ele continua como primeiro colocado. Outro nome que desponta é o de Caroline de Toni, tecnicamente empatada com Bolsonaro.
Analisando a pesquisa, Orrico afirma que, apesar de as eleições serem uma surpresa e tudo poder mudar de repente, o índice de aprovação do governador aponta para uma reeleição e que, para haver um segundo turno, teria que haver um erro muito grande por parte de Jorginho Mello.
Declarou ainda que o país só vai melhorar se a sociedade intervir no governo, a exemplo do que foi feito no Espírito Santo a partir da década de 90, quando empresários se uniram para apoiar e eleger um candidato que os representasse.
Outras questionamentos levantados pela pesquisa foram o impeachment dos ministros do STF, aprovado por 65% dos entrevistados, e a polarização do país, da qual 38% afirma estar cansados.





